quarta-feira, 9 de novembro de 2011

VI SIMPÓSIO NACIONAL E I JORNADA NACIONAL SOBRE O AUTISMO




INSCRIÇÕES COM DESCONTO ATÉ 04/11/11

VI SIMPÓSIO NACIONAL E
I JORNADA NACIONAL SOBRE AUTISMO
Santa Casa de Misericórdia - RJ
Setor de Psiquiatria da Infância e Adolescência

 Autismo: dos Mitos às Evidências Científicas

02 e 03 de dezembro no Auditório Geral da Santa Casa de Misericórdia
Auditório Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro (Rua Santa Luzia, 206)
Coordenação: Fabio Barbirato, Rita Thompson e Gabriela Dias

PROGRAMA
                 
Sexta - 02 de Dezembro

8:30 – Abertura
Fábio Barbirato (Chefe do Setor de Psiquiatria da Infância e Adolescência da Santa Casa – RJ)
Fátima Vasconcellos (Chefe do Serviço de Psiquiatria do Hospital Geral da Santa Casa – RJ)

9:00 às 10:50 – Conferências (Coord: Fátima Vasconcellos)
9:00 – Atualidades no Autismo – Fábio Barbirato (Santa Casa - RJ)
9:40 – Desenvolvimento Normal x Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID) – Francisco Assumpção (USP)
10:20 – Transtornos Invasivos do Desenvolvimento x Aprendizagem –  César de Moraes (UNICAMP)
                      
11:00 às 11:15 – Intervalo

11:15 às 11:45 – Mini-conferências (Coord: Silvia Mariama)
11:15 – A Neurociência e o Autismo, o que temos de mais atual, baseado em evidências – Caio Abujadi (UNICAMP)
11:45 às 12:45 – Comorbidades e Diagnóstico Diferencial nos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento I
11:45 – Retardo Mental e os Transtornos Invasivos do Desenvolvimento – Evelyn Kuczynski (USP)
12:15 – TNV, DEL e Autismo - Semelhanças e Diferenças – Katia Badim (Santa Casa - RJ)

12:45 às 14:30 – Almoço


14:30 às 16:00 – Comorbidades e Diagnóstico Diferencial nos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento II (Coord: Gabriela Dias)
14:30 – Transtornos do Humor e TID – Ricardo Krause (Santa Casa - RJ)
15:00 – TDAH e TID – Fábio Barbirato (Santa Casa - RJ)
15:30 – Ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo e Transtorno Invasivo do Desenvolvimento – César de Moraes (UNICAMP)

16:00 às 17:00 – Mini-conferências (Coord: Gabriel Bronstein)
16:00 – Linguagem e Transtorno Invasivo do Desenvolvimento – Renata Mousinho (UFRJ)
16:30 – Neuropsicologia no Transtorno Invasivo do Desenvolvimento – Daniela Carim (UNIFESP)

17:00 – Encerramento

Sábado – 03 de Dezembro

9:00 às 10:00 – Mini-conferências (Coord: Fábio Barbirato)
9:00 – Diagnóstico Precoce em Bebês no Transtorno Invasivo do Desenvolvimento – Walter Camargos (FHEMIG)
9:30 – Diagnóstico Precoce em Pré-Escolares no Transtorno Invasivo do Desenvolvimento – Gabriela Dias (Santa Casa - RJ)

10:00 às 11:30 – Mini-conferências (Coord: Lucia Marmulsztejn)
10:00 – Inclusão no Autismo é possível no Brasil? – José Belizário (UFMG)
10:30 – Síndrome de Asperger, após 18 anos, como se apresentam? – Gabriela Dias (Santa Casa - RJ)
11:00 – Os mitos no Tratamento do Transtorno Invasivo do Desenvolvimento, as terapias alternativas e as dietas na alimentação – César de Moraes (UNICAMP)

11:30 às 12:30 – Brunch

12:30 às 14:30 – Mesa Redonda: Tratamento Baseado em Evidência no Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (Coord: Ricardo Krause)
12:30 – A importância do tratamento baseado em evidência – Francisco Assumpção (USP)
12:50 – Estimulando a Linguagem no Autismo – Renata Mousinho (UFRJ)
13:10 – Transtorno Invasivo do Desenvolvimento e escola, um modelo que deu certo – Rita Thompson (Santa Casa - RJ)
13:30 – Medicar ou não o portador do Transtorno Invasivo do Desenvolvimento – Fábio Barbirato (Santa Casa - RJ)
13:50 – Treinamento de Habilidade Social no Asperger, um modelo inovador – Patrícia Barros (UERJ)
14:10 – Novidades no ABA – Mariana Braido (UERJ)

14:30 – Encerramento e Entrega dos Certificados
* NECESSÁRIA COMPROVAÇÃO


INSCRIÇÃO (Vagas Limitadas)
A inscrição pode ser feita diretamente no Serviço de Psiquiatria da Santa Casa ou por depósito conforme os dados abaixo:

Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro
Serviço de Psiquiatria 
Rua Santa Luzia, 206 - Castelo
Tel: 2533-0118 / 2221-4896 (Sra. Dilma após 14h).

Depósito: (somente em dinheiro)
Banco Itaú
Favorecido: Fabio M. Barbirato N. Silva
Agência: 6245
Conta Corrente: 02070-3

Após fazer o depósito, por favor, envie o comprovante juntamente com a ficha de inscrição para o fax: (21) 2529-8713 ou para o e-mail simposiocomportamento@gmail.com. Sua inscrição será confirmada por e-mail.  
ATENÇÃO: Caso tenha feito inscrição como estudante, sócio da ABENEPI, ABPp, ABP, APERJ ou professor da rede pública é necessário também o envio da comprovação da categoria!


INFORMAÇÕES: simposiocomportamento@gmail.com



Santa Casa de Misericórdia - RJ - Setor de Psiquiatria da Infância e AdolescênciaCarregando...17:14 (4 horas atrás)

domingo, 23 de outubro de 2011

FESTA DAS CRIANÇAS

Enfim,Chegou  o grande dia em que o Senhor Jesus preparou  especialmente para todos nós.






































quinta-feira, 6 de outubro de 2011

EXEMPLO DE VIDA

Se você acha que seus problemas são enormes,é hora de mudar seu discurso


Essas são as grandes capacidades do ser humano: capacidade de ser solidário,de amar, e de superar. Precisamos de mais exemplos positivos em nossa vida diária, tão repleta de exemplos negativos...



Precisa falar alguma coisa?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

DEPOIMENTOS

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 DEPOIMENTOS ATUAIS E ANTIGOS.
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Nome: Andréia ( mãe da Andressa)
Data do depoimento: 15 de Agosto de 2011
Andressa foi muito esperada, tive todos os cuidados que uma gestante deve ter, porém com mais ou menos 6 meses ao realizar uma ultrassonografia , o médico informou que havia algo de diferente na ultra e me pediu uma série de exames para confirmar o que havia desconfiado, e com mais ou menos 7 meses tive a certeza de que Andressa seria especial. Inicialmente para eu aceitar foi muito difícil e quando nasceu, fiquei pior em virtude da necessidade de remédio e de tratamentos contínuos que ela necessitava, mas depois Deus foi lapidando meu coração e hoje ela é tudo na minha vida. Hoje Andressa está com 4 anos, naõ fala, mas graças a fisioterapia já esta andando.




Nome: Mayara (Mãe do João Victor de 1 ano - foto)
Data do depoimento: 8 de Agosto de 2011
Meu nome é Mayara, tenho hoje 16 anos, tive uma adolescencia atípica pois tive um relacionamento com meu namorado e consequentemente engravidei do João Victor que hoje é tudo na minha vida. Infelizmente durantea minha garvidez, seu pai veio a falecer onde sofri e sofro muito com a perda, não tive oportunidade nem condições financeira e emocional ( por conta da perda) para realizar os exames de rotina que qualquer grávida realiza, não fiz nenhum tipo de ultra, entretanto somente quando João Victor nasceu, fiquei sabendo que era uma criançacom síndrome de down, fiquei surpresa e como qualquer pessoa, muito assustada e preocupada, pois sou inexperiente sob todos os aspectos e, ainda sem o pai, fica mais difícil, mas diante dos meu familiares e principalmente dos amigos que me deram muita força e continuam me ajudando, Deus tem me dado forças para cuidar da coisa mais preciosa que tenho nessa vida, levando-o para realização de consultas, fisioterapia mototora, fono, etc... afim de melhorar sua qualidade de vida.

Nome: Dna. Valéria (Mãe das Meninas da família Maximiano)
Data do depoimento: 1 de Janeiro de 2009
Endereço: Comunidade Guacha - Freguesia - RJ

Quantos membros tem a família?
R. 5 pessoas: 4 filhas e eu.

Fale um pouco das suas filhas.
R. Alberta: tem 16 anos, estuda em uma classe especial, já sabe ler e escrever e possui retardo mental moderado e psicose e é muito agressiva.

Adalberta: tem 15 anos, não sabe ler nem escrever mas estuda em uma sala para deficiente visual. Ela tem paralisia cerebral, diplegia (dupla paralisia motora e cerebral), tem epilepsia e 16 nódulos no duodeno.

Umberta: tem 13 anos, estudava em uma escola com turma para retardo mental, mas não freqüenta mais a escola, ela não sabe ler nem escrever. Ela possui crise de ausência de memória, retardo mental moderado, distúrbio de comportamento.

Quais são os preconceitos enfrentados:
R. Os colegas da escola separam-se delas chamam elas de aleijada, doente. E por elas serem agressivas não tem amigos, todos se afastam.

Precisam de algum medicamento?
R. Sim, omeprazol 20 mg, Risperidon 1mg, Carbamezepina 200gm.

Quais são as principais necessidades?
R. Precisamos de cama, pois todas dormimos juntas em um colchão de casal no chão. Necessitamos também de: Fraldas antialérgicas, alimentação roupas e calçados.



Nome: Solange (Mãe da Maíra - Portadora de Síndrome de Down)
Data do depoimento: 8 de Janeiro de 2009
Quantos filhos você tem?
R. 3 filhos - Maiara - 9 anos , Douglas - 8 anos e a Maíra - 3 anos.

A Maíra estuda?
R. Sim estuda na APAE em Nilópolis e ainda está na fase de alfabetização, mas é de suma importância que crianças especiais como a Maíra sejam incluídas socialmente e principalmente obtenham uma formação.

Qual a principal dificuldade encontrada na criação da Maíra?
R. A Maíra não fala, ela tem grande dificuldade na comunicação, e eu tenho medo de deixá-la com outras pessoas que não entendam as suas necessidades e não saibam cuidar bem dela, por esse motivo eu não trabalho e me dedico integralmente a criação dela e dos meus outros filhos, e essa é uma grande dificuldade pois abate a nossa vida financeira.

Quais são as suas princiapis dificuldades?
R. Temos muitas dificuldades, e a principal de todas é a de moradia, nossa casa é muito precária, temos necessidade de dinheiro para comprar remédios para Maíara, roupa para nossos 3 filhos, calçados.
Fonte: http://www.inacre.org.br/

sábado, 27 de agosto de 2011

SARAH RIO




SARAH RIO- já está cadastrando para atendimento.







Por favor repassem esta msg pois alguém pode precisar desta ajuda!


Centro Internacional SARAH de Neurorreabilitação e Neurociências



O HOSPITAL SARAH RIO, especializado em neuroreabilitação, inaugurado no dia 01 de maio de 2009, na Barra da Tijuca,
já está cadastrando para atendimento, novos pacientes adultos e crianças com as seguintes patologias, DENTRE OUTRAS:
· Paralisia cerebral
· Crianças com atraso do desenvolvimento motor
· Sequela de traumatismo craniano
· Sequela de AVC
· Sequelas de hipóxia cerebral
· Má-formação cerebral
· Sequela de traumatismo medular
· Doenças medulares não traumáticas como mielites e mielopatias
· Doenças neuromusculares como miopatias, neuropatias periféricas hereditárias e adquiridas, amiotrofia espinhal
· Doença de Parkinson e Parkinsonismo
· Ataxias
· Doença de Alzeihmer e demências em estágio inicial
· Esclerose múltipla
· Esclerose lateral amiotrófica em estágio inicial
· Mielomeningocele
· Espinha bífida
· Paralisia facial

O atendimento é totalmente gratuito.
O cadastro para atendimento de novos pacientes é feito exclusivamente pelos telefones: 21 3543-7600 21 3543-7600 21 3543-7600 21 3543-7600 e 21 3543-7601/2, das 08 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
http://www.sarah.br/

Endereço:
Embaixador Abelardo Bueno, nº 1.500
Barra da Tijuca
22775-040 - Rio de Janeiro - RJ

sábado, 23 de abril de 2011

LIBRAS

O que é Libras

Libras é a sigla da Língua Brasileira de Sinais

As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.
Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.
Atribui-se às Línguas de Sinais o status de língua porque elas também são compostas pelos níveis lingüísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico.
O que é denominado de palavra ou item lexical nas línguas oral-auditivas são denominados sinais nas línguas de sinais.
O que diferencia as Línguas de Sinais das demais línguas é a sua modalidade visual-espacial.
Assim, uma pessoa que entra em contato com uma Língua de Sinais irá aprender uma outra língua, como o Francês, Inglês etc.
Os seus usuários podem discutir filosofia ou política e até mesmo produzir poemas e peças teatrais.
Informações Técnicas
1 LIBRAS
A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) tem sua origem na Língua de Sinais Francesa.
As Línguas de Sinais não são universais. Cada país possui a sua própria língua de sinais, que sofre as influências da cultura nacional.
Como qualquer outra língua, ela também possui expressões que diferem de região para região (os regionalismos), o que a legitima ainda mais como língua.
2 Sinais
Os sinais são formados a partir da combinação da forma e do movimento das mãos e do ponto no corpo ou no espaço onde esses sinais são feitos. Nas línguas de sinais podem ser encontrados os seguintes parâmetros que formarão os sinais:
2.1 Configuração das mãos: São formas das mãos que podem ser da datilologia (alfabeto manual) ou outras formas feitas pela mão predominante (mão direita para os destros ou esquerda para os canhotos), ou pelas duas mãos.
Os sinais DESCULPAR, EVITAR e IDADE, por exemplo, possuem a mesma configuração de mão (com a letra y). A diferença é que cada uma é produzida em um ponto diferente no corpo.
2.2 Ponto de articulação: é o lugar onde incide a mão predominante configurada, ou seja, local onde é feito o sinal, podendo tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro.
2.3 Movimento: Os sinais podem ter um movimento ou não. Por exemplo, os sinais PENSAR e EM-PÉ não têm movimento; já os sinais EVITAR e TRABALHAR possuem movimento.
2.4 Expressão facial e/ou corporal: As expressões faciais / corporais são de fundamental importância para o entendimento real do sinal, sendo que a entonação em Língua de Sinais é feita pela expressão facial.
2.5 Orientação/Direção: Os sinais têm uma direção com relação aos parâmetros acima. Assim, os verbos IR e VIR se opõem em relação à direcionalidade.
3 Convenções da LIBRAS
3.1 A grafia: os sinais em LIBRAS, para simplificação, serão representados na Língua Portuguesa em letra maiúscula. Ex.: CASA, INSTRUTOR.
3.2 A datilologia (alfabeto manual): usada para expressar nomes de pessoas, lugares e outras palavras que não possuem sinal, estará representada pelas palavras separadas por hífen. Ex.: M-A-R-I-A, H-I-P-Ó-T-E-S-E.
3.3 Os verbos: serão apresentados no infinitivo. Todas as concordâncias e conjugações são feitas no espaço. Ex.: EU QUERER CURSO.
3.4 As frases: obedecerão à estrutura da LIBRAS, e não à do Português. Ex.: VOCÊ GOSTAR CURSO? (Você gosta do curso?)
3.5 Os pronomes pessoais: serão representados pelo sistema de apontação. Apontar em LIBRAS é culturalmente e gramaticalmente aceito.

Para conversar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais de forma solta, é necessário conhecer a sua estrutura gramatical, combinando-os em frases.
Leitura Recomendada:FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE SURDOS pdfGladis Perlin e Karin Strobel
Universidade Federal de Santa Catarina
Programas de Licenciatura e Bacharelado LIBRAS


sábado, 25 de dezembro de 2010

Síndrome de Down

 

O que é a Síndrome de Down

Por Fernanda Travassos-Rodriguez
A Síndrome de Down decorre de um acidente genético que ocorre em média em 1 a cada 800 nascimentos, aumentando a incidência com o aumento da idade materna. Atualmente, é considerada a alteração genética mais freqüente e a ocorrência da Síndrome de Down entre os recém nascidos vivos de mães de até 27 anos é de 1/1.200. Com mães de 30-35 anos é de 1/365 e depois dos 35 anos a freqüência aumenta mais rapidamente: entre 39-40 anos é de 1/100 e depois dos 40 anos torna-se ainda maior. Acomete todas as etnias e grupos sócio-econômicos igualmente. É uma condição genética conhecida há mais de um século, descrita por John Langdon Down e que constitui uma das causas mais freqüentes de deficiência mental (18%). No Brasil, de acordo com as estimativas do IBGE realizadas no censo 2000, existem 300 mil pessoas com Síndrome de Down. As pessoas com a síndrome apresentam, em conseqüência, retardo mental (de leve a moderado) e alguns problemas clínicos associados.

Diferentemente dos 23 pares de cromossomos que constituem, na maioria das vezes, o nosso genótipo, no caso da Síndrome de Down há um material cromossômico excedente ligado ao par de número 21 e por isso também é chamada “trissomia do 21”.  Não existem graus de Síndrome de Down, o que existe é uma leitura deste padrão genético por cada indivíduo, como ocorre com todos nós.  Assim, como existem diferenças entre a população em geral também existem diferenças entre as pessoas com Síndrome de Down.  Existem 3 tipos de Síndrome de Down:

A trissomia livre (92% dos casos) quando a constituição genética destes indivíduos é caracterizada pela presença de um cromossomo 21 extra em todas as suas células.  Nestes casos, o cromossomo extra tem origem no desenvolvimento anormal do óvulo ou do espermatozóide onde ocorre uma não-disjunção durante a meiose, na gametogênese, sem razões conhecidas.  Em conseqüência deste fato, quando os mesmos se encontram para formar o óvulo fecundado estão presentes, em um dos gametas, três cromossomos 21 no lugar de dois.  Ao longo do desenvolvimento embrionário o cromossomo adicional permanece acoplado a todas as células do indivíduo em função da divisão celular.
O mosaicismo (2 a 4 % dos casos), onde células de 46 e de 47 cromossomos estão mescladas no mesmo indivíduo. Este tipo de alteração deve-se a uma situação semelhante a da trissomia livre, sendo que neste caso, o cromossomo 21 extra não está presente em todas as células do indivíduo.  Acredita-se, portanto, que o óvulo pode ter sido fecundado com o número habitual de cromossomos, mas, devido a um erro na divisão celular no princípio do desenvolvimento do embrião, algumas células adquirem um cromossomo 21 adicional.  Desta forma, a pessoa com Síndrome de Down por mosaicismo terá 46 cromossomos em algumas células e 47 em outras (número ocasionado pelo cromossomo 21 adicional).  Nesta situação a proporção dos problemas físicos ocasionados pela trissomia pode variar em conseqüência da proporção de células com 47 cromossomos.

A translocação (3 a 4% dos casos), quando o material genético sobressalente pode estar associado a herança genética e é muito raro.   Neste caso, todas as células possuem 46 cromossomos, no entanto, parte do material de um cromossomo 21 adere-se ou transloca para algum outro cromossomo.  Este fato pode acontecer antes ou durante o momento da concepção.  Nestas situações, as células dos indivíduos com Síndrome de Down têm dois cromossomos 21 normais, no entanto, encontramos também material adicional proveniente do cromossomo 21 aderido a algum outro cromossomo, o que dá ao indivíduo as características da Síndrome de Down.  A translocação se produz quando uma porção do cromossomo 21 se adere a outro cromossomo durante a divisão celular.
O atraso no desenvolvimento na pessoa com a síndrome pode ainda estar associado a outros problemas clínicos com: cardiopatia congênita (40%), hipotonia (100%), problemas auditivos (50 –70%), de visão (15 – 50%), distúrbios da tireóide (15%), problemas neurológicos (5 – 10%) e obesidade e envelhecimento precoce.

            O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará.